sábado, 7 de junho de 2008

Melancolia, melancolia... me deixará em paz algum dia??

Olhando essa foto da Mel aí embaixo, percebo agora como ela tinha os olhinhos tristes. Não era só porque tava com remédio. As últimas fotos, tiradas nos últimos dias antes de irmos embora, mostram olheiras e tristeza.

E relembrando os últimos dias, me lembro que ela não sorria mais. Só ficava quietinha pelos cantos, com a cabeça baixa e me chamando bem baixinho.

Mas não gosto de lembrar disso. Mas às vezes é bom relembrar. Me faz ver que minha vida já foi bem pior.

Remédios Caseiros... ninguém merece!

É cada coisa que acontece na vida da gente. Não sei o que é pior, as pessoas que ensinam a gente fazer “remédios milagrosos caseiros”, ou eu, que dou ouvidos a elas e realmente faço (pra desespero do meu marido e minha filha).

A Mel tem um problema muito sério de pele. No calor, ela fica cheia de bolinhas e não há nada no mundo que faça isso acabar. Já fui na farmácia, pediatra... Usei tudo que me disseram que era bom... Hipogloss, Pasta dÁgua, Dermocream, Quadriderm... e inúmeras outras pomadas para alergias... mas nenhuma ajudou.

Ela já tomou banho com aqueles comprimidinhos sulfurosos (que deixam meu banheiro, a banheira dela, ela e meus tapetes totalmente roxos)... Já tomou banho também com Telha “Virgem”, com “Picão”, com Aveia... enfim, tudo que vocês possam imaginar que faz muita sujeira, mas que não dá nenhum resultado.

Mas eis que, neste último mês, uma mulher conhecida da minha mãe (deve ser a mesma que não queria que eu tomasse coca-cola durante a dieta porque iria “passar o gás” para a Melissa)... disse que era bom passar no rosto uma pasta feita de Alface, Pepino, Aveia e uma outra erva que não lembro o nome. Disse que isso refrescaria a pele, e aliviaria as bolinhas. "É só bater tudo no liquidificador" - explicou ela.

Pra desespero da Mel, eu não só fiz a pasta como passei em todo o rosto dela.

Ela ficou cinco minutos com a pasta no rosto: choramingando nos dois primeiros minutos, chorando alvoroçadamente em mais dois e gritando desesperadamente no último... até que eu não agüentei mais e tirei o remédio.


Esperei um poquinho pra ver o resultado e... adivinha??

Nada. Absolutamente nada. Nadinha mesmo. Nenhuma melhora.


Muita sujeira, muito desespero, muito choro e nenhum resultado. Fiquei indignada!

Aí, depois de algumas horas, alguém falou que pra ter efeito tem que deixar o remédio na pele por mais tempo, cerca de 25 minutos.

Eu dei risada e fiquei imaginando que esse alguém nunca teve filhos...

Pois existe alguém neste, ou em qualquer outro planeta, que consiga fazer uma criança de 2 anos ficar meia hora parada com um treco melequento no rosto? :O

Se alguém aí conseguir, me avise...

Abaixo vocês podem conferir a Mel e toda a sua indignação:



08 de maio de 2006

'Mel estripadora' - Bonecas por partes!

Uma vez que fomos passear com a Mel na casa dos meus pais e na saída eu pedi que ela levasse um brinquedo. Ela entrou correndo no quarto, pegou uma boneca, arrancou a cabeça dela (só Deus sabe como ela conseguiu fazer isso) e veio só com a cabeça da boneca pendurada nas mãos.

Eu perguntei: "Vai levar isso, filha?" e ela sorriu e fez que sim com a cabeça...

O que será que deu nela??

Por que ao invés de só trazer a boneca inteira, ela arrancou a cabeça?

E a pergunta que tem me intrigado todos esses anos: Como ela consegiu fazer isso??

7 de maio de 2006

Meu cabelo e a Copa de 98

Na copa de 1998, eu estava trabalhando e morando em uma cidadezinha no interior do Paraná, com cerca de 8.000 habitantes. É a típica cidade pequena, pacata e de povo muito fofoqueiro.

Durante toda a copa, eu fui uma fiel torcedora: com camisa da seleção, boné, faixa na testa, bandeira na mão... enfim, toda aquela loucura de torcedor fanático. Mas no último jogo, contra a França, eu endoidei de vez. Combinei com uma amiga (tão doida quanto eu) que nos pintaríamos de verde e amarelo.

Ela ficou responsável pelas bandeiras e faixas, e eu fiquei responsavel por comprar as tintas.

A princípio, minha idéia era nos pintar com tinta à base de água, a famosa GOUACHE. Mas aquela cidade era um ponto perdido no meio do nada e eu não encontrei a tal tinta em lugar nenhum. A única tinta "disponível no mercado" era a ACRILEX (aquela pra tecido); e em meio à minha obsessao de ficar verde e amarela, não achei relevante o fato dela nao sair com água...

Logo após o almoço, minha amiga foi para minha casa e eu a pintei. Um pouco mais discreta que eu, ela só quis uma bandeirinha no rosto e duas mechas no cabelo: uma verde e outra amarela. Já eu, que sempre fui extravagante, pintei três bandeiras no rosto (duas nas bochechas e uma na testa) e pedi para ela pintar um lado do meu cabelo de verde e o outro de amarelo.

Minha chefe, muito responsável, tentou impedir:
- Tem certeza do que tá fazendo? Essa tinta é emborrachada, não vai sair fácil assim...

Mas teimosa que sou, nem dei atenção. E assim minha amiga começou a pintar... Metade da cabeça verde, metade amarela. E eu estava me sentindo o máximo...

Quando o jogo começou, fomos com um grupo de amigos para a casa da minha amiga, felizes da vida.

Na metade do primeiro tempo, o rosto começou a queimar por causa da tinta e a cada dez minutos nós íamos ao banheiro ‘discretamente’ dar uma molhadinha, para aliviar a dor.

No segundo tempo, não conseguimos mais agüentar e tiramos a tinha do rosto. Aí veio o primeiro susto: Estávamos literalmente marcadas com a bandeira do Brasil. A pele havia queimado e a gente ficou com as bandeiras cicatrizadas no rosto. O pessoal, que já estava rindo do nosso fanatismo, caiu matando.

Quando foi chegando o fim do jogo, já estávamos desesperançosas, e decidimos ir ao banheiro lavar o cabelo antes do jogo terminar, para podermos sair com o pessoal sem passar muita vergonha.

Molhamos o cabelo, passamos o pente, shampoo, lavamos a cabeça... e não saiu nada. Nadinha. O jogo acabou, o pessoal saiu e nós ainda estávamos no banheiro, esperançosas de que nas próximas horas conseguiríamos arrancar toda a tinta.

Mas as horas se passaram e nada.

Voltei para casa 01:00 da madrugada, perdi a festa com o pessoal e estava desconsolada. Mas no fundo, eu tinha certeza que se passasse a noite toda acordada, lavando o cabelo, a tinta sairia. Pura ilusão. Passei a madrugada inteira lavando a cabeça e nada. Passei o domingo todo lavando o cabelo e nada. Meus pentes e minhas escovas ficaram cheios de tinta verde e amarela... Mas o meu cabelo não desbotou nem um pouquinho.

Na segunda-feira tive que voltar ao trabalho e fui dar aula. Meus alunos eram, na maioria, adolescentes e 'adoraram' a novidade: uns me apelidaram de “Periquita Verde”, outros me chamavam de "Mascote da Seleção"... Para eles, foi um prato cheio. Pelas ruas da cidade, onde eu passava as pessoas quebravam o pescoço para olhar minha cabeça. E eu podia ouvi-los rindo, sorrateiramente.

Passei a semana toda tentando tirar a tinta. Minha amiga desistiu de tirar a tinta e simplesmente cortou as mexas. Na semana seguinte ela foi para os Jogos Escolares em outra cidade e quando as pessoas perguntavam o que ela tinha no rosto, ela dizia que tinha se machucado.
- Que incrível – diziam. – Parece a bandeira do Brasil...

Ela saiu em todas as fotos com a bandeira marcada no rosto. Quanto ao cabelo, ela só ficou uma falha na cabeça, mas nada muito grave...

Já eu... meu problema era grande!

Quando chegou a sexta-feira, eu fui para a minha cidade e marquei um horário numa cabeleireira. Ela cortou meu cabelo (que era abaixo dos ombros) no tamanho ‘chanel’ (para ficar mais fácil de tirar a tinta). Na hora de escolher a cor, eu, discretíssima como sempre, escolhi vermelho. Ela descoloriu meu cabelo, tirou a tinta verde e amarela, pintou... e meu cabelo ficou LARANJADO.

L - A - R - A - N - J - A - D - O mesmo. Laranjado. Laranjado da cor da tampa da maionese Hellman’s. Extremamente laranjado.

Tudo bem que eu gostava de chamar a atenção... mas aí já era demais... demais até pra mim.

Eu sentei na cadeira de novo e disse:
- Ah... me desculpa, mas eu não saio daqui assim não...

Então ela descoloriu meu cabelo novamente e pintou de novo. Mais uma vez eu achei que ficaria bom... Mas quando secou, meu cabelo ficou metade cobre, metade marrom. Teria ficado legal, se tivesse sido feito de propósito.

Desisti. Fui embora pensar no que faria.

Na Segunda, voltei para a cidade em que trabalhava. Quando cheguei na escola, meus alunos caíram na risada: agora me chamavam de “Tigelinha”. Não os culpo. Parecia mesmo que eu estava com uma tigela na cabeça.

A situação ficou tão desesperadora que eu, que nunca havia tido cabelos curtos, decidi corta-los bem curtinho. Num tamanho bem curto, não apareceria a cor de baixo, assim estaria resolvido meu problema. Não era tão ruim assim, afinal, cabelos crescem de novo.

Fui na cabeleireira (outra, claro!), sentei na cadeira, tirei os óculos e pedi que ela cortasse meu cabelo bem curto. Ela cortou, cortou... e eu, sem óculos, olhando da cadeira, mandei ela cortar mais - eu queria que meu cabelo ficasse como o da Fátima Bernades -.

Ela cortou, secou e quando eu coloquei os óculos para ver como havia ficado... eu quase desmaei. Não porque meus cabelos estavam muito curtos - o fato era que eu simplesmente não tinha mais cabelo!

Parecia que ela havia passado máquina 4 na minha cabeça.

Fiquei desconsolada.

Foi tão grave que quando cheguei no trabalho do meu pai, nem ele me reconheceu.

Mas resolvi olhar pelo lado bom: pelo menos agora não me chamariam de 'Periquita Verde', nem de 'Tigelinha'. O máximo que aconteceria seria as pessoas se assustarem um pouco... mas nada muito grave.

Então voltei ao meu trabalho. Eu estava confiante, afinal, que apelido eles poderiam me dar?

Eu entrei na sala de aula e o primeiro aluno chegou. Ele ficou olhando para mim intrigado, assim como todos os outros que chegaram logo depois, mas todos ficaram sérios e em silêncio.

Foi melhor do que eu imaginei - eu pensei comigo mesma.

Até que todos chegaram e quando eu ia começar a aula, um aluno me chamou, ficou me encarando um bom tempo e depois, com um olhar muito sério, me perguntou:

- A senhora agora vai servir o exército??

E foi só nesse momento desesperador que alguns alunos se jogaram no chão e todos desembestaram a rir...

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Memória...

Se no seu tempo, comandos de teclado
eram mecanismos internos de piano,
monitor era guia de excursão,
programas eram folhetos que traziam
os descritivos dos espetáculos,
arquitetura era a arte de dispor
elementos de um edifício ou espaço urbano,
resolução era o mesmo que decisão,
rodar era ficar dando voltas de carro,
dispositivo de armazenamento
era o que a gente chama de despensa,
executar era processar alguém judicialmente,
analista era o seu psicólogo,
disco rígido era LP e disco flexível
era um daqueles compactos de plástico,
fonte era nascente de água,
utilitários eram veículos de transportar mercadorias
e drive era aquele lugar escurinho onde você ia para namorar,
saiba que tudo isso ficou a memória
(que antigamente era a reunião de nossas iéias)...

Ser pai é isso mesmo...

Essa história não é minha, eu li em um outro blog. Mas a situação é tão engraçada que não resisti e vou compartilhar com vocês. Se você for pai ou mãe de uma criança que adora fazer perguntas, com certeza você vai se identificar...

"Hoje no carro o Matheus toca no assunto de estar perdido. Resolvi treiná-lo em algumas situações de emergência:


- O que você faz se ficar perdido?
- Vou para uma floresta e pego um pau bem grande.
- Que floresta, filho! O que foi que a gente combinou?
- Ficar paradinho.
- Isso! E o que mais?
- O quê?
- Como a gente vai achar você?
- Ah, faço assim (levantando os braços para cima) e grito: "Tô perdido, tô perdido!"

- Isso mesmo, muito bem. (Meio ridículo esse procedimento, mas ao menos pode funcionar se for necessário.) - Então me diga outra coisa: o que você vai fazer se o copo cair da sua mão e quebrar?

- Vou correr para trás e chamar você.
- Muito bem, filho! Parabéns! Nada de ficar perto do vidro quebrado, né?
- É.

Então ele fez uma pausa, e perguntou:

- Mas, pai, e se eu estiver perdido na floresta e o copo cair da minha mão e quebrar? Fico paradinho ou vou para trás?

- Nossa, filho, quanta desgraça! Na floresta, perdido e com um copo quebrado?
- E sem um pau para bater no lobo mau!

Hehehe... a graça para ele é testar minhas respostas.

- Nesse caso você vai para trás, bate no lobo com o pau, volta para o o lugar onde você estava e fica paradinho.

- Tá."

(Blog de "Matheus day by day" - http://www.gustavoguimaraes.com.br/)

Trocadilhos da Mel - Parte 1

Hoje a Mel se comportou tão bem que eu resolvi elogiá-la:

- Olha só, que linda! A Mel já é mocinha!

E ela, indignada:

- Eu não sou mocinha, mamãe... Eu sou a Melissa!


..............


Esses dias a Mel voltou da Escolinha toda feliz, contando:

- Mamãe, eu comi tudo o "lancheira" pra ficar forte.

(Imagino que ela quis dizer "lanchinho" ....)

03 de abril de 2006

As divagações sonolentas do Tatu

Quando o Tatu começa a ficar sonolento, começa a dizer coisas sem sentido. Acho que alguns neurônios do cérebro dormem primeiro que o corpo dele. Só pode. Não existe outra explicação para divagações absurdas como esta:

- Ficou gostosa essa sopa com ervilha, né? - Ele disse.
- Qualquer dia quero uma de lentilha. (Me arrependi amargamente de ter dito essa frase):
- Que nome mais besta 'lentilha'.
- Por que? (Não sei porque me atrevo a tentar um diálogo quando ele está sonolento assim)
- Porque é muito besta. Lentilha tinha que ter outro nome.
- ... (Silêncio) - (Eu tentei ficar quieta pra ver se ele deixava o assunto pra lá, mas não teve jeito...)
- Lentilha devia ser chamada de Feijão.
- Mas lentilha não é feijão...
- É sim... Devia chamar 'Feijão alguma coisa'. Não tem 'feijão carioca', 'feijão fradinho'?... Então ... lentinha devia se chamar 'Feijão Discóide'.
- Mas lentilha não é feijão!!!!
- Não é da familia dos feijões?
- Não
- E de qual família é?
- Ervilha. (nem sei, mas se eu não dissesse nada, ele ia me mandar pesquisar na net.)
- Hun... por isso que chama lentilha... ervilha, lentilha...
- (silencio) - (Agora que ele entendeu - pensei - o assunto acabou e ele vai dormir)
- E lentilha dá em árvore?
- Não.
- E ervilha?
- Também não.
- Como nasce então?
- Igual o feijão.
- Ah-ha!! Viu? É tudo feijão!
- Não, não é feijão.
- É tudo bolinha que nasce embaixo daquela 'coisinha'...
- (Silêncio) - (Deus do céu... de que 'coisinha' ele tá falando??)
- Devia chamar 'feijão alguma coisa'...
- Mas não é feijão!!!!
- Mas lentilha é um nome muito feio! Parece nome de bicho que dá na cabeça. 'Estou com a cabeça cheia de lentilha'...
- (Silêncio) ... segurei uma gargalhada... se eu demonstrasse interesse, ele ficaria mais meia hora divagando...)
- É igual macaxeira. Que nome mais besta! Dá vontade de xingar:

- Você quer macaxeira?
- Vai tomar no c... você!!

- Amor, dorme, por favor! (Resolvi apelar antes que ele iniciasse outra divagação sobre o nome da macaxeira)...
- Então arruma outro nome pra lentilha.
- Se eu arrumar, você fica quietinho e dorme?
- Ahn-ran.
- 'Disquilho'.
- Isso!!! (gargalhada). Lentilha devia se chamar disquilho! (mais gargalhada, se virando pra dormir)... Amanhã eu ligo lá na Embrapa e sugiro pra mudar o nome.
- Tá. Amanhã você liga... Dorme bem, amorzinho... (Ufa! Até que enfim esse filho da p... vai ficar quietinho e dormir!)

PS: Eu sei que você vai ficar bravo, mas eu avisei que ia colocar aqui. Agora você vai pensar 2 vezes antes de me encher tanto o saco com sua 'lentilha'...

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Só pra constar...


Eles pensam que a maré vai mas nunca volta
Até agora eles estavam comandando o meu destino
e eu fui, fui, fui, fui recuando, recolhendo fúrias.
Hoje eu sou onda solta e tão forte
quanto eles me imaginam fraca
Quando eles virem invertida a correnteza,
quero saber se eles resistem à surpresa,
quero ver como eles reagem à ressaca.


(Joana, na peça Gota d'água. Escrita por Chico Buarque e Paulo Pontes - uma releitura de Medeia, de Euripedes)

Mamá de bicho?

Desde que parei de amamentar, a Mel só mama Mucilon de milho. Há alguns dias atrás eu resolvi mudar um pouco o mamá, para que ela não enjoasse de mamar sempre a mesma coisa. Devido aos problemas de pele que ela tem, resvolvi tentar o mamá de aveia, pois me disseram que ela 'refresca' a pele.

Mamá feito, entreguei pra ela, ansiosa por saber qual seria sua reação.

Ela pegou o mamá na mão e ficou observando os pontinhos pretos da aveia se acumularem no fundo da mamadeira, intrigada. Depois de alguns minutos só olhando o mamá, ela perguntou, mostrando os pontinhos:

- É bicho?

- Não, filha... é um mamá diferente que a mamãe fez pra você.

- Mamá 'difeenti'?

- Sim, filha.

- Não é bicho?

- Não, filha, pode mamar, não é bicho.

Depois de mais alguns minutos balançando a mamadeira e vendo os pontinhos pretos se moverem de um lado para o outro, ela enfim resolveu encarar a mamadeira. E mamou tudo de uma vez só.

Quando ela acabou, eu comentei, empolgada:

- Gostoso esse mamá, né filha?

E ela, muito amistosa:

- É mamãe. É gostoso mamá bicho...

SHUASHUASHUA


10 de maio de 2006
By Gisa