segunda-feira, 9 de junho de 2008
De tão trágico chega a ser cômico...
Ele estava num ônibus, e viu um sujeito entrar para vender balas. Ao contrário do usual, resolveu ser ele um dos poucos a adquirir o produto, sem imaginar a surpresa que viria instantes depois, dita pelo "vendedor": - Atenção, pessoal, é um assalto. Quem comprou a balinha, tá liberado!
rsrsrs... estratégia de marketing ou não, as vendas tem aumentado...
Blog: http://www.gustavoguimaraes.com.br/arquivo/GG_arquivo_44.htm
domingo, 8 de junho de 2008
Lembranças que o baralho traz...
Só durante minha fase de 'aborrecente' foi que a gente se afastou um pouco. Eu fiquei muito rebelde e me afastei não só dele, mas de todo mundo. Mas logo voltei ao normal.
Depois teve a fase do 'Tetris'. Era aquele joguinho eletrônico, muito massa. Aí a gente ficava tentando quebrar o recorde um do outro. Até o dia em que ele fez 23 milhões e eu nunca mais consegui alcançar. Mas aí eu já tinha 17 anos.
Lembro também quando comecei trabalhar... eu ia e voltava com ele do trabalho todos os dias. Ele sempre passava no 'boteco tomar uma' antes de ir embora, o que me deixava enfurecida quando tinha aula, pois acabava chegando atrasada.
Mas nas férias, eu sempre ia com ele, pois nos fundos do 'boteco do Nivaldo' (Deus o tenha... era muito querido), tinha um campo de Bocha. E a gente sempre jogava, quando não, eu via ele jogar, enquanto tomava uma coca e comia o delicioso espetinho que o Nivaldo fazia. O Nivaldo não vendia espetinhos, como geralmente dono de boteco faz. O Nivaldo fazia uma vaquinha (a gente dava um real pra ele) e ele fazia o espetinho pra todo mundo comer. E a gente comia bastante! De vez em quando ele pedia um pouquinho a mais, pra fazer uma Feijoada ou algum prato diferente. Era muito legal, eu ainda não tinha anorexia, então comia tudo que ele fazia (até as coisas consideradas mais nojentas...)
Meu pai tomava umas cervejas, jogava umas partidas... e aí íamos embora.
Foi engraçado essa fase da minha vida em que eu sentava no boteco do Nivaldo e ficava lá com meu pai. Às vezes, eu ficava sozinha (sem meu pai) no boteco enquanto ele ficava nos fundos, jogando Bocha. Todos os frequentadores do Boteco me respeitavam muito, e era muito divertido. Tipo, seria o lugar onde, por padrão social, deveria acontecer coisas ruins, tipo, algum conhecido me cantar, ou algum bêbado tentar passar a mão em mim... mas foi um dos poucos lugares onde não recebi nenhuma cantada nem fui tratada com falta de respeito.
Nos fins-de-semana, minha mãe ia junto. Aí iam todas as mulheres de todos os jogadores de bocha e todo mundo jogava. Domingo o Nivaldo fazia frango assado pra vender, mas às vezes ele dava um pra gente comer enquanto todo mundo jogava.
Foi uma fase legal, da qual tenho muitas saudades. Depois fui morar sozinha, e só via meu pai nos fins de semana (nem todos). Essa fase foi bem complicada... e prefiro esquecer.
Boa no Baralho
Hoje foi muito divertido. Começamos jogar Pife, e eu ganhei várias vezes seguidas (como sempre). Então ele se revoltou:
- Ahh... assim não vale! Vamos jogar só valendo bater com as dez!
- Ok, por mim tudo bem.
- (Um novo jogo começou). Ra, ra... quero ver você ganhar agora!
O mais hilariante é que ele realmente pensou que eu não seria capaz de ganhar só podendo bater com as dez! Ficou todo arrogante, falando o tempo todo: 'Vai, você não é a boa? Ganha de mim agora'...
Bom, ele não precisou pedir muito... logo eu ganhei a primeira partida, e a segunda, e a terceira...
Então uma nova revolta tomou conta dele:
- Humpf! Você sempre pega um coringa!
- Claro que não! (Achei isso uma injustiça, pois, mesmo quando pego o coringa, costumo usá-lo como carta normal, pra fazer jogadas normais, e não como coringa)
- Vamos jogar sem coringa agora!
- Tá.
- Quero ver agora, sem coringa e só podendo bater com as dez!
- Amor, vamos apostar cigarros?
- Pra quê?
- É mais excitante!
- Por que?
- Sei lá, me sinto, tipo, uma presidiária... tentando ganhar cigarros...
- Tá bom... (apostamos dois cigarrinhos cada um)
E começamos uma nova partida... eu ganhei a primeira, a segunda, a terceira... e então, finalmente, ele ganhou a quarta... e começou a briga...
- Você me deixou ganhar!
- Claro que não!
- Deixou sim...
- Não deixei não!
- Você deixou sim... ficou com dó de mim... você me trata igual café-com-leite! Não quero ser café-com-leite!!
- Você não é café-com-leite! Não deixei você ganhar...
- (Olhou minhas cartas e o montinho) Você deixou um monte de cartas que você precisava passar...
- (Silêncio)
- Não quero jogar mais!
- Amor... vamo jogá!
- Não. Você me deixou ganhar.
- Tá, eu não deixo mais.
- Jura?
- Juro... mas vamos combinar assim, (pra ter graça jogar com você): Eu só posso bater com as dez e sem coringa, e você pode bater com as nove e usar o coring...
- (Cartas de baralho voando pra todo lado) Não sou café-com-leite!!
- Shuashuashuashua
sábado, 7 de junho de 2008
Melancolia, melancolia... me deixará em paz algum dia??
E relembrando os últimos dias, me lembro que ela não sorria mais. Só ficava quietinha pelos cantos, com a cabeça baixa e me chamando bem baixinho.
Mas não gosto de lembrar disso. Mas às vezes é bom relembrar. Me faz ver que minha vida já foi bem pior.
Remédios Caseiros... ninguém merece!
A Mel tem um problema muito sério de pele. No calor, ela fica cheia de bolinhas e não há nada no mundo que faça isso acabar. Já fui na farmácia, pediatra... Usei tudo que me disseram que era bom... Hipogloss, Pasta dÁgua, Dermocream, Quadriderm... e inúmeras outras pomadas para alergias... mas nenhuma ajudou.
Ela já tomou banho com aqueles comprimidinhos sulfurosos (que deixam meu banheiro, a banheira dela, ela e meus tapetes totalmente roxos)... Já tomou banho também com Telha “Virgem”, com “Picão”, com Aveia... enfim, tudo que vocês possam imaginar que faz muita sujeira, mas que não dá nenhum resultado.
Mas eis que, neste último mês, uma mulher conhecida da minha mãe (deve ser a mesma que não queria que eu tomasse coca-cola durante a dieta porque iria “passar o gás” para a Melissa)... disse que era bom passar no rosto uma pasta feita de Alface, Pepino, Aveia e uma outra erva que não lembro o nome. Disse que isso refrescaria a pele, e aliviaria as bolinhas. "É só bater tudo no liquidificador" - explicou ela.
Pra desespero da Mel, eu não só fiz a pasta como passei em todo o rosto dela.
Ela ficou cinco minutos com a pasta no rosto: choramingando nos dois primeiros minutos, chorando alvoroçadamente em mais dois e gritando desesperadamente no último... até que eu não agüentei mais e tirei o remédio.
Esperei um poquinho pra ver o resultado e... adivinha??
Nada. Absolutamente nada. Nadinha mesmo. Nenhuma melhora.
Muita sujeira, muito desespero, muito choro e nenhum resultado. Fiquei indignada!
Aí, depois de algumas horas, alguém falou que pra ter efeito tem que deixar o remédio na pele por mais tempo, cerca de 25 minutos.
Eu dei risada e fiquei imaginando que esse alguém nunca teve filhos...
Pois existe alguém neste, ou em qualquer outro planeta, que consiga fazer uma criança de 2 anos ficar meia hora parada com um treco melequento no rosto? :O
Se alguém aí conseguir, me avise...
Abaixo vocês podem conferir a Mel e toda a sua indignação:
08 de maio de 2006
'Mel estripadora' - Bonecas por partes!
Uma vez que fomos passear com a Mel na casa dos meus pais e na saída eu pedi que ela levasse um brinquedo. Ela entrou correndo no quarto, pegou uma boneca, arrancou a cabeça dela (só Deus sabe como ela conseguiu fazer isso) e veio só com a cabeça da boneca pendurada nas mãos.
Eu perguntei: "Vai levar isso, filha?" e ela sorriu e fez que sim com a cabeça...
O que será que deu nela??
Por que ao invés de só trazer a boneca inteira, ela arrancou a cabeça?
E a pergunta que tem me intrigado todos esses anos: Como ela consegiu fazer isso??
7 de maio de 2006
Meu cabelo e a Copa de 98
Durante toda a copa, eu fui uma fiel torcedora: com camisa da seleção, boné, faixa na testa, bandeira na mão... enfim, toda aquela loucura de torcedor fanático. Mas no último jogo, contra a França, eu endoidei de vez. Combinei com uma amiga (tão doida quanto eu) que nos pintaríamos de verde e amarelo.
Ela ficou responsável pelas bandeiras e faixas, e eu fiquei responsavel por comprar as tintas.
A princípio, minha idéia era nos pintar com tinta à base de água, a famosa GOUACHE. Mas aquela cidade era um ponto perdido no meio do nada e eu não encontrei a tal tinta em lugar nenhum. A única tinta "disponível no mercado" era a ACRILEX (aquela pra tecido); e em meio à minha obsessao de ficar verde e amarela, não achei relevante o fato dela nao sair com água...
Logo após o almoço, minha amiga foi para minha casa e eu a pintei. Um pouco mais discreta que eu, ela só quis uma bandeirinha no rosto e duas mechas no cabelo: uma verde e outra amarela. Já eu, que sempre fui extravagante, pintei três bandeiras no rosto (duas nas bochechas e uma na testa) e pedi para ela pintar um lado do meu cabelo de verde e o outro de amarelo.
Minha chefe, muito responsável, tentou impedir:
- Tem certeza do que tá fazendo? Essa tinta é emborrachada, não vai sair fácil assim...
Mas teimosa que sou, nem dei atenção. E assim minha amiga começou a pintar... Metade da cabeça verde, metade amarela. E eu estava me sentindo o máximo...
Quando o jogo começou, fomos com um grupo de amigos para a casa da minha amiga, felizes da vida.
Na metade do primeiro tempo, o rosto começou a queimar por causa da tinta e a cada dez minutos nós íamos ao banheiro ‘discretamente’ dar uma molhadinha, para aliviar a dor.
No segundo tempo, não conseguimos mais agüentar e tiramos a tinha do rosto. Aí veio o primeiro susto: Estávamos literalmente marcadas com a bandeira do Brasil. A pele havia queimado e a gente ficou com as bandeiras cicatrizadas no rosto. O pessoal, que já estava rindo do nosso fanatismo, caiu matando.
Quando foi chegando o fim do jogo, já estávamos desesperançosas, e decidimos ir ao banheiro lavar o cabelo antes do jogo terminar, para podermos sair com o pessoal sem passar muita vergonha.
Molhamos o cabelo, passamos o pente, shampoo, lavamos a cabeça... e não saiu nada. Nadinha. O jogo acabou, o pessoal saiu e nós ainda estávamos no banheiro, esperançosas de que nas próximas horas conseguiríamos arrancar toda a tinta.
Mas as horas se passaram e nada.
Voltei para casa 01:00 da madrugada, perdi a festa com o pessoal e estava desconsolada. Mas no fundo, eu tinha certeza que se passasse a noite toda acordada, lavando o cabelo, a tinta sairia. Pura ilusão. Passei a madrugada inteira lavando a cabeça e nada. Passei o domingo todo lavando o cabelo e nada. Meus pentes e minhas escovas ficaram cheios de tinta verde e amarela... Mas o meu cabelo não desbotou nem um pouquinho.
Na segunda-feira tive que voltar ao trabalho e fui dar aula. Meus alunos eram, na maioria, adolescentes e 'adoraram' a novidade: uns me apelidaram de “Periquita Verde”, outros me chamavam de "Mascote da Seleção"... Para eles, foi um prato cheio. Pelas ruas da cidade, onde eu passava as pessoas quebravam o pescoço para olhar minha cabeça. E eu podia ouvi-los rindo, sorrateiramente.
Passei a semana toda tentando tirar a tinta. Minha amiga desistiu de tirar a tinta e simplesmente cortou as mexas. Na semana seguinte ela foi para os Jogos Escolares em outra cidade e quando as pessoas perguntavam o que ela tinha no rosto, ela dizia que tinha se machucado.
- Que incrível – diziam. – Parece a bandeira do Brasil...
Ela saiu em todas as fotos com a bandeira marcada no rosto. Quanto ao cabelo, ela só ficou uma falha na cabeça, mas nada muito grave...
Já eu... meu problema era grande!
Quando chegou a sexta-feira, eu fui para a minha cidade e marquei um horário numa cabeleireira. Ela cortou meu cabelo (que era abaixo dos ombros) no tamanho ‘chanel’ (para ficar mais fácil de tirar a tinta). Na hora de escolher a cor, eu, discretíssima como sempre, escolhi vermelho. Ela descoloriu meu cabelo, tirou a tinta verde e amarela, pintou... e meu cabelo ficou LARANJADO.
L - A - R - A - N - J - A - D - O mesmo. Laranjado. Laranjado da cor da tampa da maionese Hellman’s. Extremamente laranjado.
Tudo bem que eu gostava de chamar a atenção... mas aí já era demais... demais até pra mim.
Eu sentei na cadeira de novo e disse:
- Ah... me desculpa, mas eu não saio daqui assim não...
Então ela descoloriu meu cabelo novamente e pintou de novo. Mais uma vez eu achei que ficaria bom... Mas quando secou, meu cabelo ficou metade cobre, metade marrom. Teria ficado legal, se tivesse sido feito de propósito.
Desisti. Fui embora pensar no que faria.
Na Segunda, voltei para a cidade em que trabalhava. Quando cheguei na escola, meus alunos caíram na risada: agora me chamavam de “Tigelinha”. Não os culpo. Parecia mesmo que eu estava com uma tigela na cabeça.
A situação ficou tão desesperadora que eu, que nunca havia tido cabelos curtos, decidi corta-los bem curtinho. Num tamanho bem curto, não apareceria a cor de baixo, assim estaria resolvido meu problema. Não era tão ruim assim, afinal, cabelos crescem de novo.
Fui na cabeleireira (outra, claro!), sentei na cadeira, tirei os óculos e pedi que ela cortasse meu cabelo bem curto. Ela cortou, cortou... e eu, sem óculos, olhando da cadeira, mandei ela cortar mais - eu queria que meu cabelo ficasse como o da Fátima Bernades -.
Ela cortou, secou e quando eu coloquei os óculos para ver como havia ficado... eu quase desmaei. Não porque meus cabelos estavam muito curtos - o fato era que eu simplesmente não tinha mais cabelo!
Parecia que ela havia passado máquina 4 na minha cabeça.
Fiquei desconsolada.
Foi tão grave que quando cheguei no trabalho do meu pai, nem ele me reconheceu.
Mas resolvi olhar pelo lado bom: pelo menos agora não me chamariam de 'Periquita Verde', nem de 'Tigelinha'. O máximo que aconteceria seria as pessoas se assustarem um pouco... mas nada muito grave.
Então voltei ao meu trabalho. Eu estava confiante, afinal, que apelido eles poderiam me dar?
Eu entrei na sala de aula e o primeiro aluno chegou. Ele ficou olhando para mim intrigado, assim como todos os outros que chegaram logo depois, mas todos ficaram sérios e em silêncio.
Foi melhor do que eu imaginei - eu pensei comigo mesma.
Até que todos chegaram e quando eu ia começar a aula, um aluno me chamou, ficou me encarando um bom tempo e depois, com um olhar muito sério, me perguntou:
- A senhora agora vai servir o exército??
E foi só nesse momento desesperador que alguns alunos se jogaram no chão e todos desembestaram a rir...
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Memória...
Se no seu tempo, comandos de teclado
eram mecanismos internos de piano,
monitor era guia de excursão,
programas eram folhetos que traziam
os descritivos dos espetáculos,
arquitetura era a arte de dispor
elementos de um edifício ou espaço urbano,
resolução era o mesmo que decisão,
rodar era ficar dando voltas de carro,
dispositivo de armazenamento
era o que a gente chama de despensa,
executar era processar alguém judicialmente,
analista era o seu psicólogo,
disco rígido era LP e disco flexível
era um daqueles compactos de plástico,
fonte era nascente de água,
utilitários eram veículos de transportar mercadorias
e drive era aquele lugar escurinho onde você ia para namorar,
saiba que tudo isso ficou a memória
(que antigamente era a reunião de nossas iéias)...
Ser pai é isso mesmo...
"Hoje no carro o Matheus toca no assunto de estar perdido. Resolvi treiná-lo em algumas situações de emergência:
- O que você faz se ficar perdido?
- Vou para uma floresta e pego um pau bem grande.
- Que floresta, filho! O que foi que a gente combinou?
- Ficar paradinho.
- Isso! E o que mais?
- O quê?
- Como a gente vai achar você?
- Ah, faço assim (levantando os braços para cima) e grito: "Tô perdido, tô perdido!"
- Isso mesmo, muito bem. (Meio ridículo esse procedimento, mas ao menos pode funcionar se for necessário.) - Então me diga outra coisa: o que você vai fazer se o copo cair da sua mão e quebrar?
- Vou correr para trás e chamar você.
- Muito bem, filho! Parabéns! Nada de ficar perto do vidro quebrado, né?
- É.
Então ele fez uma pausa, e perguntou:
- Mas, pai, e se eu estiver perdido na floresta e o copo cair da minha mão e quebrar? Fico paradinho ou vou para trás?
- Nossa, filho, quanta desgraça! Na floresta, perdido e com um copo quebrado?
- E sem um pau para bater no lobo mau!
Hehehe... a graça para ele é testar minhas respostas.
- Nesse caso você vai para trás, bate no lobo com o pau, volta para o o lugar onde você estava e fica paradinho.
- Tá."
(Blog de "Matheus day by day" - http://www.gustavoguimaraes.com.br/)
Trocadilhos da Mel - Parte 1
- Olha só, que linda! A Mel já é mocinha!
E ela, indignada:
- Eu não sou mocinha, mamãe... Eu sou a Melissa!
Esses dias a Mel voltou da Escolinha toda feliz, contando:
- Mamãe, eu comi tudo o "lancheira" pra ficar forte.
(Imagino que ela quis dizer "lanchinho" ....)
03 de abril de 2006
